
Cada vez gosto mais desta companhia e das suas maneiras peculiares de fazer as coisas.
Depois de umas férias super atribuladas, a chegada não poderia ser diferente.
Ao recolher a bagagem, notamos que a cadeirinha da princesa estava estragada (e nós tinhamo-la protegido naquelas maquinas que estao no aeroporto).
Ao fazer a reclamação, fomos atendidos por um funcionário atencioso que registou a nossa queixa e nos encaminhou para uma colega. Esta disse-nos que a nossa queixa iria ser analisada e que iriam entrar em contacto connosco no dia seguinte.
No dia seguinte o telefonema a dizer que a nossa qixa tinha sido aceite mas que como o problema era "apenas" estético e não funcional, não iriam reparar a cadeirinha da bebé, nem seríamos resarcidos.
Ou seja, a SATA reserva-se o direito de rasgar, esfarrapar, escangalhar desde que não interfira na funcionalidade do objecto estragada.
Será que se eu rasgasse os bancos do avião teria que pagar? Não creio, pois não interfere na funcionalidade do avião.
Mas essas "cabecinhas" da direcção desta empresa pública andam a ruminar a comida favorita dos alces na Lapónia?